sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

GOVERNADOR PLANTA MOGNO


Com o objetivo de implantar uma nova política ambiental, econômica e sustentável no estado de Rondônia, o governador Confúcio Moura lançou as bases de um conceito que une a preservação do meio ambiente ao desenvolvimento sustentável.



Governador realiza plantio de avores no CPA


O projeto será realizado em parceria por diversas secretarias de estado, que trabalharão juntas, em ações articuladas, visando um único objetivo que é a disseminação da conscientização ambiental no estado.

O projeto foi lançado pelo governador no espaço onde está sendo construído o futuro Centro Político Administrativo (CPA), através do plantio de mudas de arvores. Participaram do evento diversos secretários, assessores e a imprensa, que registrou o momento em que Confúcio Moura plantou a primeira muda de mogn. Outras quatro muda foram plantadas por secretários.

Confúcio esclareceu que escolheu o mogno para simbolizar o novo governo por ser madeira de lei e que trouxe tanta riqueza ao estado, “mas que imerecidamente está em extinção”. E completou: ”A força da arvore é a energia da nova administração. Ela representa a Amazônia agroecológica, produção, sustentabilidade. Com atitudes assim, muita gente plantando, é que vamos colher excelentes frutos e ter rendimento econômico”

Em seguida a comitiva se dirigiu ao Palácio Getúlio Vargas e posteriormente para a sede da SEDAM (Secretaria de Desenvolvimento Ambiental), onde outras mudas foram plantadas.


Sobre o mogno

O mogno é uma árvore da região amazônica bastante explorada e conhecida pela qualidade da madeira. Adaptou-se muito bem, para arborização urbana. É uma espécie de crescimento rápido e tronco reto. Só frutificam os exemplares mais velhos, porém nestes casos, produzem muitas sementes de germinação fácil.


Nome Popular: Mogno
N. Científico Swieteniamacrophylla
Família Meliaceae
Outros nomes populares Aguano, Uraputanga.
Altura média (adulto) 25-30 metros
Folhas Compostas paripinadas, lisas, 8 a 10 folíolos de 13 cm.
Flores Insignificantes, claras.
Fruto Grande, (18 cm) com casca dura, voltado para cima. Se abre em 4partes, liberando as sementes.
Sementes Aladas, muito leves, 12 cm, marron claro.




Fonte: DECOM - Departamento de Comunicação Social


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VOCÊ SABIA?

1 - Durante a Guerra de Secessão, quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: " O Killed " (zero mortos).. Daí surgiu a expressão " O.K. ". Para indicar que tudo está bem.

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre " Pater Putativus ", ( ou seja: "Pai Suposto" ) abreviando em P.P .". Assim surgiu o hábito, nos países de colonização espanhola, de chamar os "José" de "Pepe".

3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
. Espadas: Rei David ( Israel )
. Paus: Alexandre Magno ( Grécia/Macedônia )
. Copas: Carlos Magno ( França )
. Ouros: Júlio César ( Roma )

REAJUSTE DAS PASSAGENS

SALÁRIO MINIMO ENTRA EM VIGOR, MAS PODE MUDAR EM FEVEREIRO


Salário mínimo de R$ 540 entra em vigor, mas pode mudar em fevereiro



A Câmara analisa a Medida Provisória 516/2010, que fixa o valor do salário mínimo em R$ 540 a partir de 1º de janeiro de 2011. Apesar de a medida já estar em vigor, o valor pode ser alterado depois do dia 2 de fevereiro, quando começam os trabalhos no Congresso Nacional.

O valor proposto representa um reajuste de 5,88% sobre o mínimo que vigorava anteriormente, de R$ 510. O aumento considerou apenas a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor de janeiro a dezembro de 2010.

O governo admite que o reajuste é pequeno, mas argumenta que não pode ampliá-lo por conta dos impactos da crise financeira mundial nos dois últimos anos, que impediu a inclusão de uma variação real do Produto Interno Bruto no índice de reajuste.

O impacto orçamentário do reajuste nos cofres da Previdência Social será de aproximadamente R$ 5,1 bilhões em 2011, segundo previsão do governo. Nos benefícios assistenciais mantidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social, será de R$ 1,3 bilhão no mesmo período. O impacto total, portanto, será de R$ 6,5 bilhões — montante já previsto no Orçamento de 2011.

A MP será analisada pelo Plenário. O texto passa a trancar a pauta da Casa — Câmara ou Senado — onde estiver tramitando a partir do dia 19 de março. Com informações da Agência Câmara.




Autor: Agência Câmara

ENQUANTO ISSO.....

SEM CORREÇÃO DA TABELA, IMPOSTO SERÁ MAIOR


No último dia de 2010, o governo confirmou que a tabela do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física) -que, desde 2007, é corrigida pela meta de inflação, de 4,5%- não teve mudança para o ano-base 2011.




A defasagem desde 1995, que já superava 64%, deve passar de 70%, segundo cálculos do Sindifisco Nacional.



A tabela precisaria ter um reajuste de 71,5% para compensar toda a inflação acumulada entre 1995 e 2011. Isso significa que os contribuintes têm sido descontados bem acima da reposição dos salários, corrigidos ao menos tendo como base o índice de preços acumulado.



De acordo com o diretor de Estudos Técnicos do Sindifisco, Luiz Antonio Benedito, esse cálculo leva em conta o centro da meta de inflação no ano, estipulada em 4,5%.



A correção anual da tabela tinha como meta assegurar maior justiça tributária. Ao abandonar essa política, o governo expõe contribuintes a uma sobretaxação e provoca alta na arrecadação do IR.



"O governo apresentava a correção como uma benesse, quando é um direito do contribuinte", afirma o presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), João Eloi Olenike.



Para o supervisor nacional do IR, Joaquim Adir, os ganhos de receita sem a correção não são expressivos. "Sempre que aumenta a renda aumenta a arrecadação."



Segundo especialistas, o ganho de arrecadação sem a correção é equivalente à inflação no ano. A arrecadação do IR deve se aproximar de R$ 18 bilhões em 2010. Sem contar a alta por fatores macroeconômicos, só os ganhos por não corrigir a tabela podem atingir R$ 810 milhões.





CONGRESSO



Para o advogado Lázaro Rosa da Silva, o governo deveria ter enviado ao Congresso a proposta de correção da tabela até o fim de 2010. "Qualquer mudança depois acarreta problema."



Legalmente, é possível fazer alterações durante o ano e definir, se for o caso, a restituição daquilo que foi recolhido em excesso. "Mas isso cria insegurança", diz Bianca Xavier, professora da FGV.



Para o Sindifisco, os ganhos de receita são pequenos ante o prejuízo para os assalariados de mais baixa renda.
"É uma forma burra de realizar a política tributária", diz Benedito. "Os ganhos de capital têm uma taxação proporcional inferior aos rendimentos de salários, o que é outra distorção", acrescenta o advogado Vinícius Branco.



"É burrice não fazer a correção porque, ao retirar o dinheiro do contribuinte, afeta também o consumidor. A não ser que o governo queira, com isso, reduzir a demanda e diminuir a pressão inflacionária. Mas há forma melhor de fazer isso", diz Olenike.



FAIXA MENOR PAGA MAIS



Um outro estudo, da Ernst & Young, indica que o aumento será mais forte para a menor faixa de contribuição.



Enquanto o grupo que, sem a correção, deixa a faixa de isenção (e passa a pagar a alíquota de 7,5%) encara um acréscimo percentual líquido (IPCA menos o IR) de 5,68%, para aqueles que passam da alíquota de 22,5% para 27%, esse percentual cai a 4,32%.



O responsável pelo estudo, Oliver Kamakura, diz que a falta de correção ainda mostra outra face negativa: "Inverte tendência de redução na alíquota efetiva do IR dos últimos dois anos".



As correções da tabela em 4,5% ao ano, de 2007 a 2010, foram adotadas após acordo com centrais sindicais no fim de 2006, para impedir que a reposição salarial pela inflação fosse tributada.


Fonte: Folha de S. Paulo

FILHOS ENTERRAM O PAI VIVO




Preso na delegacia de homicídios de Timon/MA, o estudante Kleiton Sousa Lopes, 21 anos, confessou ter assassinado o pai, Antônio Carlos Lopes, 53 anos. O motivo seriam os maus tratos a mãe, a ele e o irmão Alexandre de Sousa Lopes, 18 anos, pelo fato dos dois serem homossexuais. O crime cometido no final de 2010 foi descoberto nesta quinta-feira (6).

Fotos: Thiago Amaral/Cidadeverde.com



"Foi um momento de fraqueza, de desespero. Peço desculpas. Reconheço meu erro e vou pagar pelo meu erro. Que me perdoem, que me desculpe a família", disse Kleiton, pedindo perdão especialmente à mãe, Maria da Conceição Sousa, que ele garante não ter participação no crime.


Para matar o aposentado, que era pai de santo, os irmãos contaram com a ajuda do vizinho João André da Costa Rocha, 23 anos, também preso. Os três enterraram o corpo em uma cova aberta na noite de 24 de dezembro, nos fundos da casa. Antônio Carlos foi morto com remédios que tomava para hipertensão.





Kleiton nega ter matado o pai para receber alguma herança ou que o crime tenha algo a ver com a Umbanda. Perguntado sobre outros detalhes da morte, o estudante afirmou que só falará diante da Justiça.

ENFIM SEXTA-FEIRA

AS BELAS DA SEXTA-FEIRA




MOTOQUEIRO VIGILANTE PERTURBADOR


Nem todos os moradores o contrataram para serviços de segurança noturna de suas residências. Mas ele não quer saber disso. Para ele, o seu serviço é executar segurança noturna de algumas ruas, particularmente, ruas que pertençam ao bairro do Cabo Branco; quer o indivíduo tenha ou não feito contrato de segurança com ele e mesmo que o indivíduo resida em uma casa com vigia ou em um prédio que possua serviço de vigilância condominial.

A primeira vez que ele aparece na rua é por volta das onze da noite. Ouve-se o pequeno barulho de sua moto aproximando e de repente, o estrondoso som de uma sirene policial. O susto é inevitável. Dona Alice, moradora do primeiro andar de um dos prédios importunados, desabafando diz que “não agüenta mais; o barulho é infernal, é em cima de minha janela. Tenho medo todas as vezes que ouço a sirene”.

Meia hora depois, ele volta pela segunda vez e isso se repete de meia em meia hora até as quatro da manhã, todas as noites.

Os moradores do bairro são unânimes em afirmar que nada tem contra sua função de zelar pela segurança daqueles que o pagam para atuar em bairros (inclusive a segurança pública é dever e obrigação do Estado), entretanto a forma como induzem a proceder, através de pagamento, avisando da sua presença com a sirene ou aviso sonoro, fere brutalmente a legislação em vigor a respeito da lei do silencio e do Código de Trânsito Brasileiro: pelo artigo 41, o condutor de veículo só poderá fazer uso de buzina desde que em toque breve, nas seguintes situações: I – para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes; II – fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo. No artigo 227 estão as circunstâncias passíveis de multa: I – em situação que não a de simples toque breve como advertência ao pedestre ou a condutores de outros veículos; II – prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto; III – entre as vinte e duas e às seis horas; IV – em locais e horários proibidos pela sinalização; V – em desacordo com os padrões e freqüências estabelecidas pelo Contran.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

GOVERNADOR RICARDO COUTINHO NÃO QUER FOTO OFICIAL


Ricardo repete postura adotada como prefeito e não vai colocar foto oficial nas repartições públicasO governador Ricardo Coutinho (PSB) vai adotar a política de despersonalização das ações do Governo do Estado. Assim como fez na Prefeitura de João Pessoa, a primeira medida adotada será a abolição da foto oficial nas repartições públicas estaduais, usada para promover a figura do administrador, em detrimento à gestão pública.


Segundo o governador, essa postura faz parte da nova política de comunicação institucional adotada pela atual gestão, que além da despersonalização, também adotará critérios de democratização, transparência pública e horizontalização.


“A instituição governamental deve ser maior que todos, maior que os secretários e maior, inclusive, que o governador. O bem público deve estar acima dos interesses pessoais”, ressaltou Ricardo.


Em sua proposta de resgatar o caráter público da administração estadual, o governador pretende manter o brasão estadual como símbolo do Governo, substituindo slogans personalistas. As cores da campanha, de sua candidatura ou de seu partido, o PSB, não serão adotadas.


“Cada campanha publicitária tem suas próprias cores, dependendo do tipo de anúncio e de quem ele pretende atingir, assim como os prédios inaugurados que trazem todas as cores, tal qual adotamos na Prefeitura de João Pessoa. A linha também segue para as matérias institucionais, que devem priorizar o serviço e não o secretariado”, afirmou o governador.


Plano de Comunicação – O novo secretário de Comunicação do Estado, Nonato Bandeira, afirmou que cumprindo essa determinação do governador, a secretaria pretende elaborar um Plano de Comunicação referente às questões de publicidade, imprensa, internet e políticas públicas para área.


O secretário lembrou ainda que a mesma postura será adotada no caso dos veículos oficiais do Governo. “A rádio Tabajara e o jornal A União serão patrimônios culturais da Paraíba e serão utilizados para promover a cultura do nosso povo e os serviços oferecidos pelo Estado”, enfatizou.


Secom PB

OS AMANTES DA ORLA

Tão logo o sol desponta, o maridão em casa, no maior ronco do mundo, cansado de um exaustivo dia de trabalho que o impede de acordar cedo, mal consegue ouvir dos lábios de sua querida esposa: “- Estou indo fazer minha caminhada, meu bem!”.

Liga o carrão, dá os últimos retoques nos cabelos se olhando no retrovisor e dirige-se à praia. Estaciona em uma das ruas laterais e segue caminhando rumo à orla.

Mal chega à praia, um carro pára ao seu lado e ela entra, escondendo-se no banco do carro. Destino: algum motel da cidade. O secretismo do encontro é apenas mais um condimento que quer ela que se torne especial, suficientemente longe dos caminhos cruzados diariamente, suficientemente perto para poder regressar rapidamente ao seu mundo diário sem ser notada. Quer viver momentos antes vividos que permitam matar saudades passadas e aumentar as saudades que sentirá no momento da despedida. Quer que aquele momento seja apenas um momento para tudo aquilo que deseja, e que não tem mais em casa, e ao mesmo tempo seja um momento de enorme intensidade. Curto, mas intenso. Pouco, porém necessário. Incompleto, contudo motivador.

Mal ela sabe que, na maioria dos casos, é refém de um modelo antigo e arcaico de ser apenas uma amante para poder perpetuar o poder do macho no sentido de posse ou para exercer, na realidade, a fantasia do sultão em seu harém.

Ela pode ter a limitação do romance escondido, mas apesar disso, cultiva de forma especial uma vida própria com suas amizades sem que o investimento na relação secreta as deixe solitárias e excluídas da sociedade como no modelo tradicional das mulheres que por amor, carência ou modo de vida subjugavam-se ao ‘sexo-poder’. Como repercutem ainda na criação e nas experiências familiares, muitas moças preferem o modelo de relacionamento da esposa subordinada ao marido para se preservarem donas da sua própria vida. Também existe uma exacerbação do romantismo e do amor de perdição que numa determinada fase da vida fazem com que o homem proibido ou impossível seja o que mais satisfaça. É verdade que apesar disso o modelo da amante ameaçadora que telefona e faz chantagem ainda existe. Mas isso ocorre na minoria dos casos, pois em sã consciência fugir da pseudo-prisão do casamento e cair numa arapuca dessa ninguém merece! Contudo, infelizmente ainda se vê isso e neste caso quem mais procura apoio psicológico são as vítimas dessa situação: maridos e esposas, traídos e traidores, ficam perdidos quando isso ocorre. As mil facetas do adultério e da traição são difíceis de serem descritas, porém o que vale aqui é chamar a atenção para essa vivência que, por inúmeros motivos intrapsíquicos, são fomentadas e quando as pessoas se dão conta estão vivendo num carrossel de emoções. A princípio, pode ser agradável pela descarga de adrenalina, mas com o amadurecimento esperado das relações, essas emoções ou sucumbem ou geram grande dor e sentimento de desvalia. Portanto vale analisar com carinho e sem paixão a motivação que leva as pessoas a se envolverem em relacionamentos que trazem pouca contribuição ao desenvolvimento pessoal.

Mas, como diria o poeta, tudo vale a pena se a alma não é pequena.

MAIS UM CAPÍTULO DE PRESIDENTE OU PRESIDENTA?


Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem

tê-lo feito, que a candidata Dilma Roussef e seus apoiadores,

pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil,

tal como atesta toda a propaganda política veiculada pelo PT na mídia.



Então vejamos :-

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.



Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir

é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar

é mendicante...



Qual é o particípio ativo do verbo ser ?



O particípio ativo do verbo ser é ente.



Aquele que é: o ente.



Aquele que tem entidade.



Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para

exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz

verbal os sufixos ante, ente ou inte.



Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não

"presidenta", independentemente do gênero, masculino ou feminino.



Se diz capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante,

e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta";

se diz paciente, e não "pacienta".



Exemplos negativo, que horror!!!"A candidata a presidenta se

comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina

ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.”



“Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta,

pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas

atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre

português, só para ficar contenta."



Mas, depois que o Presidente Lula foi ensinar a 'nova ortografia'

aos membros da Academia Brasileira de Letras, só podia dar

nisso... "Membra" também não existe...”


Texto de

Anita Driemeier

GOVERNADOR DE RONDÔNIA QUER QUE CIDADES ACOLHAM OS SEU PRÓPRIOS PACIENTES


O governador Confúcio Moura (PMDB) disse que, como o hospital porto-velhense João Paulo II não suporta mais atender a imensa fila de pacientes a espera de cirurgia, é necessário que os municípios recebam de volta os pacientes que mandaram para a capital. Segundo Confúcio Moura, no pronto socorro da capital cerca de 250 pacientes estão na fila de espera de cirurgias.

“Precisamos que os municípios recebam de volta seus pacientes, o João Paulo não tem condições de cuidar de toda essa demanda”, disse.

Para isso, propôs a assinatura de convênios para o repasse de recursos para a compra de materiais cirúrgicos.

Os participantes da reunião concordaram com a proposta do governador, sendo unânimes em afirmar que, devido à falta de apoio do governo anterior, não estavam conseguindo atender os pacientes em suas regionais.

­As declarações constam da nota distribuída nesta quarta-feira (05) pelo Departamento de Comunicação do Governo de Rondônia (Decom/RO), informando que o governador de Rondônia se reuniu, na tarde desta quarta-feira, no gabinete da prefeitura de Ji-Paraná com prefeitos e representantes das secretarias de saúde dos municípios de Vilhena, Cacoal, Ji-Paraná e Ariquemes.

Acompanhando o governador estiveram presentes na reunião o Secretário de Saúde do Estado, Alexandre Muller, o adjunto José Batista da Silva e o Procurador Geral do Estado Valdecir Silva Maciel.